A revolução da WEB 3 chegou; descubra as plataformas inovadoras

O uso do blockchain possibilitou maior controle aos usuários on-line. Em destaque, plataformas nativas digitais lançadas pela Atari, Nike, Warner e CreatorPRO, dentre outras inovações tecnológicas.


AM3 CONTEÚDOA terceira revolução digital chegou com a Web3. Agora, a internet não é apenas uma ferramenta, mas sim, parte vital das pessoas marcando a descentralização do poder. Ela é, nada mais que a junção da tecnologia blockchain, muito popular entre as criptomoedas, e a inteligência artificial.

Através da “terceira revolução digital”, a blockchain e a inteligência artificial fazem o papel de um cérebro humano. Ou seja, a primeira representa o hipocampo – parte do cérebro que armazena as informações - e a segunda, o córtex frontal medial, que filtra as informações.

Desse modo, a Web3 promete não só democratizar a informação, mas também a economia global, diminuindo direta e indiretamente o impacto das grandes empresas e do governo no dia a dia das pessoas.

A Web3 terá seu protocolo aberto e descentralizado. Em outras palavras, ninguém terá o controle de nenhuma informação, assim como acontece com o Bitcoin, por exemplo, onde ninguém possui o controle dos seus dados.

O primeiro passo da evolução Web3

Atualmente, muitas corporações como a Nike, Warner e até mesmo o Facebook já estão atuando diretamente em inovações e tecnologias voltadas à nova internet Web3. Em 2022 cerca de 30 bilhões de dólares foram investidos em startups diretamente ligadas a esta nova tecnologia.

A Nike, por exemplo, lançou a sua nova linha de tênis por US$7.5 mil. Ao contrário dos lançamentos tradicionais, a empresa, junto com a RTG T Studios, decidiu desbravar o novo mundo criando a primeira coleção NFT (Tokens não fundíveis) da empresa, batizada de CryptoKicks.

Enquanto o tênis “físico” mais caro da Nike, o NMD Ri Friends and Family foi comprado por US$10.000, alguns tênis NFT estão sendo anunciados por mais de US$500 mil, uma diferença de 50 vezes o valor.

Embora o valor assuste, muitos proprietários não vendem os seus CryptoKicks por nada. Segundo eles, quando o Metaverso se tornar realidade na vida das pessoas, os tênis tokenizados serão a nova Monalisa. Assim como os tênis, diversas outras artes digitais estão sendo vendidas, algumas por valores milionários.

Além do mercado de NFTs, ainda é possível citar as DAOs (Organizações autônomas descentralizadas). Em resumo, nada mais é do que uma forma de tokenização via blockchain que pode substituir o mercado de ações, como conhecemos.

No cenário atual, novas tecnologias surgem constantemente e dentro do mercado, tanto empresas como governos precisam entender e se adaptar à Web3. Assim como em todos os outros passos da evolução, quem se adapta primeiro ganha vantagem na corrida constante que é a globalização. 

No Brasil não é diferente, a startup de tecnologia CreatorPro, busca engajar a comunidade e trazer ao mercado uma solução que conecta investidores e criadores no levantamento de capital e viabilização de projetos de cunho artísticos, educacionais ou de entretenimento. A plataforma é desenvolvida na WEB3, e é facilitadora para a entrada no universo da Blockchain. 

O empresário Ivson Reis, CEO do grupo EMA, holding de tecnologia 100% brasileira que é composta pelo MusicPRO, CreatrorPRO e BOCA Prod, tem como objetivo desde 2016 trazer soluções digitais para artistas e criadores em diversos contextos, sempre buscando incentivar projetos na atmosfera criativa. 

Dentre os projetos lançados pela plataforma CreatorPRO está o canal gamer Kibox que têm o protagonismo do influencer digital Eduardo Antônio, gerido pela Spot Soluções, além de artistas da música como LR Beats, Formiga e Jota, o artista visual Fredy Nascimento do Madeirarte, entre outros diversos criadores de diferentes nichos. 

Segundo Ivson Reis todos os envolvidos, especialmente o público que acompanha os artistas podem se beneficiar com o projeto, além de apoiar e dar luz às novas obras, os fãs apoiadores receberão benefícios exclusivos de seus ídolos.

É fato que em todo mundo o mercado de tecnologia tem crescido, e não é diferente para os criadores digitais e de games como por exemplo, Minecraft, Freefire, Roblox, GTA, entre outros jogos eletrônicos que são tendência no mercado.

Para Eduardo Antônio, Kibox, o modelo de negócio de levantamento de capital pela startup brasileira pode levar seus projetos de entretenimento e educação a novos patamares. 

“Estamos animados com a parceria, percebemos que a Creator Pro encontrou um jeito de dar vida ao sonho dos artistas e influenciadores digitais como eu”, afirma Kibox.

Descubra todas as novidades do mundo gamer no canal: youtube.com/c/KiboxBr

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